Workshop, laboratório audiovisual e encontros entre profissionais aproximam estudantes, artistas e criativos de uma das linguagens que mais crescem na economia criativa mundial
Antes mesmo das projeções tomarem conta do Parque Granja Marileusa e da Praça Clarimundo Carneiro, nos dias 20 a 22 de agosto, o Cerrado Mapping Festival abre espaço para outro importante eixo de sua programação: a formação de novos profissionais e o intercâmbio de conhecimento.
Entre os dias 18 e 21 de agosto, o festival promove duas atividades gratuitas voltadas à criação audiovisual contemporânea: o Workshop Audiovisual – Conectando Som e Vídeo e o Visual Brasil Meeting, reunindo artistas, VJs, pesquisadores, designers, cineastas, músicos, estudantes e profissionais interessados nas novas linguagens da arte digital.
Realizadas no MUnA – Museu Universitário de Arte, as atividades reforçam um dos compromissos do Cerrado Mapping Festival: ampliar o acesso ao conhecimento e estimular a formação de uma nova geração de criadores capazes de dialogar com arte, tecnologia e inovação.
O Workshop Audiovisual – Conectando Som e Vídeo, ministrado pelo Estúdio Mistéria, propõe uma imersão prática nos processos de criação audiovisual contemporânea. Durante quatro dias, os participantes terão contato com ferramentas e metodologias utilizadas em produções de videomapping, performances audiovisuais e criação em tempo real, explorando as relações entre imagem, som, ritmo, tecnologia e experimentação visual.
Mais do que apresentar ferramentas, o workshop busca estimular novas possibilidades criativas e incentivar a produção colaborativa. Ao longo da programação, os participantes desenvolvem exercícios práticos e têm a oportunidade de experimentar diferentes linguagens que hoje fazem parte da cena internacional da arte digital.
Paralelamente, o festival realiza o Visual Brasil Meeting, um espaço de encontros, conversas e debates sobre processos criativos, videomapping, instalações digitais, festivais em rede e novas mídias.A programação reúne importantes nomes da cena audiovisual do Brasil e da Espanha. Entre os convidados estão os espanhóis Albert Pujol, diretor do festival EbreLumen, e Chema Siscar, referência internacional em videomapping e integrante do júri do Cerrado Mapping Festival, além dos idealizadores do festival Bernardo Brant, Rafael Cançado e Ricardo Cançado, e do artista Fabiano Formiga (Furmiga Dub).
Ao promover esse intercâmbio entre profissionais brasileiros e internacionais, o Visual Brasil Meeting amplia o diálogo sobre os desafios e as possibilidades da criação audiovisual contemporânea, fortalecendo redes de colaboração e aproximando Uberlândia das discussões que movimentam a produção artística em diferentes países.
Para Bernardo Brant, idealizador do Cerrado Mapping Festival, a proposta é fazer com que o evento deixe um legado para além dos três dias de apresentações abertas ao público."A proposta é aproximar os participantes das linguagens que hoje movimentam festivais e projetos de arte digital em diferentes partes do mundo, fortalecendo a formação técnica e criativa de novos profissionais."
As atividades são gratuitas, com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do Cerrado Mapping Festival:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe3nOypD3q41kfluBGIfGr7l-fwXAf3vx9_ptVM4ihXBY9wUg/viewform
Realizado pela Oficina de Imagens e Darklight Studio, o Cerrado Mapping Festival conta com patrocínio do Grupo Algar, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e apoio da Prefeitura de Uberlândia, Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e demais parceiros.
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