Banda se apresenta neste domingo (28), no Festival Mita, no Rio. Eles encerram a turnê 'Cedo ou tarde', que tem 27 shows, com duas apresentações no Allianz Parque, em São Paulo, em dezembro.
"Não vamos mais andar de bicicleta, escalar prédios", diz Di Ferrero, no início da entrevista ao g1 em um estúdio, no bairro de Moema, em São Paulo, com o g1. "Nem correr na esteira estou correndo mais", completa Caco Grandino, brincando. Os dois, vocalista e baixista do NX Zero, querem garantir que a turnê de reencontro "Cedo ou tarde" aconteça sem contusões dos integrantes.
A banda anunciou o reencontro com uma turnê que começa neste domingo (28), no Festival Mita, no Rio; e termina em dezembro, no Allianz Parque, com duas apresentações nos dias 15 e 16. Ao todo, são 27 apresentações em cidades como Porto Alegre, Vitória, Belo Horizonte, Recife e Brasília.
"A gente está preparando o maior espetáculo, maior show que a gente poderia fazer com tudo que a gente sempre quis", diz Di Ferrero.
Durante a conversa, os cinco integrantes da banda, Di Ferrero, Caco Grandino, Daniel Weksler, Fi Ricardo e Gee Rocha, falaram sobre esta nova empreitada, sobre a pausa na banda e o retorno, expectativas e como se sentem depois de 22 anos de carreira.
Cada um no seu canto
Seis anos atrás, o NX Zero anunciou que uma pausa por tempo indeterminado na banda. E cada um foi para o seu canto.
"A gente começou muito cedo, nossa carreira sempre foi muito intensa, então, basicamente, a gente ficou quase 16 anos ininterruptos, com turnê, disco. Chega uma hora, a gente tem vontades individuais", explica Caco.
"Foi um momento que entrou na expectativa de cada um. A gente estava cada um com uma ideia diferente de caminho para a banda, e não estava entrando nessa sinergia que a gente sempre teve."
Neste período sabático, Di apostou na carreira solo, Caco abriu uma empresa de distribuição de música, Fi abriu um bar em São Paulo, Gee ficou na produção musical e trabalhou com artistas como Karol Conká e Matuê, e Daniel mudou para o interior de São Paulo, viajou como baterista em turnês da Pitty e de Nano Reis, além de ter lançado músicas em carreira solo.
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