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Sócio Reconstrução não atingiu metade da meta e Cruzeiro paga para jogar em 2020

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A reconstrução do Cruzeiro depende de dois pilares plantados pelo Núcleo Dirigente Transitório nos pouco mais de quatro meses no comando do clube. No primeiro deles, que trata de planejar a recuperação econômica e institucional e de dar transparência, o sucesso é evidente, por mais que existam ainda muitas coisas a serem feitas, mas isso é fruto do desastre das últimas administrações celestes. A segunda parte, que é contar com a ajuda financeira dos milhões de torcedores, os números mostram que algo de errado aconteceu.

Com menos de um mês no clube, o Conselho Gestor lançou um novo programa de sócios e a primeira modalidade era a Reconstrução. Ao preço de R$ 12 por mês, a expectativa em 17 de janeiro era alcançar logo o número de 100 mil novos “associados”, o que renderia R$ 1,2 milhão mensais.

Sem a exigência de um CPF para cada programa, o mesmo torcedor poderia ter dez, cem ou mil sócios Reconstrução. E isso aconteceu, até mesmo com desafios entre amigos pelas redes sociais.

Apesar da empolgação inicial e da projeção, na última quinta-feira, o Portal da Transparência criado pelo Núcleo Dirigente Transitório do Cruzeiro mostrava que a modalidade Reconstrução tinha 42.800 programas vendidos.

arte

O Conselho Gestor do Cruzeiro mostra no Portal da Transparência o número real de sócios, prática que não é adotada por todos os clubes brasileiros.

Considerando-se que o clube alega ter 9 milhões de torcedores, e que 42.800 torcedores tenham feito a adesão, o que não aconteceu pela possibilidade de o mesmo CPF ter vários cartões, isso significa que 0,47% da torcida aderiu à modalidade Reconstrução.

Rendas

Com certeza, a ressaca pela queda à Série B, a saída de vários jogadores e o cenário de caos do clube, devastado pela administração Wagner Pires de Sá, não podem ser descartados, mas o Cruzeiro não conseguiu lucrar com sua torcida nas partidas disputadas na temporada até agora.

 

Foram seis jogos em Belo Horizonte como mandante, sendo cinco pelo Campeonato Mineiro e um pela Copa do Brasil. E a Raposa pagou R$ 183.404,70 para jogar, pois em quatro confrontos teve renda líquida negativa, sendo a maior delas na vitória por 1 a 0 sobre o Villa Nova, no Mineirão, em 28 de janeiro, quando teve de completar R$ 100.794,22 à renda do jogo parta pagar as despesas.

A situação só não é pior por causa das duas partidas fora de casa pela primeira e segunda fases da Copa do Brasil, quando eliminou São Raimundo-RR e Boa Esporte. Nesses dois confrontos, o Cruzeiro teve participação na renda. E seus maiores lucros em 2020 no que se refere a jogos.

A maior receita foi no empate por 2 a 2 com o São Raimundo-RR, em 13 de fevereiro. Um bom número de cruzeirenses estava no estádio e juntamente com a torcida do time da casa, ajudou o Cruzeiro a voltar de Boa Vista com R$ 80.172,00 da renda da partida.

Em 4 de março, os 2 a 2 com o Boa Esporte, em Varginha, com a Raposa garantindo a vaga n terceira fase nos pênaltis, rendeu R$ 58.728,38 ao clube.
O jogo mais rentável em Belo Horizonte foi o empate por 1 a 1 com o América, no Mineirão, em 9 de fevereiro, quando o Cruzeiro lucrou R$ 53.424,83.

Futuro

No próximo dia 21, o Cruzeiro vive a eleição presidencial, com o eleito tomando posse em 1º de junho. E um dos seus grandes desafios será fazer com que a China Azul participe ativamente da Reconstrução do clube, embora o cenário agora ainda tenha um agravante, que é a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A reportagem fez contato com a assessoria do Núcleo Dirigente Transitório do Cruzeiro para análise do cenário relativo ao Sócio Reconstrução e rendas das partidas em 2020, mas não teve retorno das perguntas enviadas.

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