Novo cenário dos meios de pagamento e das relações de trabalho leva empresas a oferecerem soluções mais adaptáveis, tecnológicas e eficientes
O mercado de benefícios corporativos passa por uma transformação importante no Brasil. O que antes era tratado pelas empresas como uma entrega operacional, muitas vezes ligada a acordos sindicais, vale-alimentação, vale-refeição ou políticas de atração e retenção de pessoas, passou a ocupar um lugar mais estratégico nas discussões sobre experiência do colaborador, cuidado com o time e valorização do trabalhador.
A pergunta que começa a ganhar força dentro das empresas é: que experiência a organização quer gerar para seus colaboradores? Nesse novo cenário, os benefícios deixam de ser vistos apenas como uma decisão administrativa e passam a compor uma estratégia mais ampla de gestão de pessoas, humanização das relações de trabalho e fortalecimento da cultura organizacional.
A mudança acontece em um ambiente de inovação, concorrência e modernização dos meios de pagamento. Em novembro de 2025, o governo federal anunciou novas regras para o vale-alimentação e o vale-refeição com o objetivo de promover mais eficiência, competição e inovação no setor. Segundo o Ministério da Fazenda, o novo modelo poderá gerar economia de até R$ 8 bilhões por ano no sistema de pagamentos de benefícios.
Embora a adesão ao Programa de Alimentação do Trabalhador, o PAT, não seja obrigatória para todas as empresas, as novas regras para VA e VR ajudam a mostrar que o setor entrou em uma nova fase. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, as disposições do Decreto nº 12.712/2025 se aplicam às empresas que concedem vale-alimentação ou vale-refeição, independentemente de estarem ou não inscritas no PAT.
Para José Geraldo Ortigosa, executivo com experiência no mercado de benefícios e meios de pagamento, a flexibilidade deixou de ser apenas uma tendência e passou a fazer parte da realidade das empresas que desejam acompanhar as novas relações de trabalho. “Durante muito tempo, o benefício foi tratado apenas pela ótica operacional. Agora, ele precisa ser pensado dentro da experiência que a empresa quer gerar para o colaborador. Não se trata apenas de oferecer um cartão ou cumprir uma etapa administrativa. Trata-se de entender o que faz sentido para aquele time, para aquela cultura e para a vida real das pessoas”, afirma José Geraldo Ortigosa.
Esse movimento também dialoga com uma pauta crescente dentro das organizações: a saúde mental no trabalho. A atualização da NR-1 passou a incluir expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, ampliando o olhar das empresas sobre prevenção, ambiente de trabalho e bem-estar.
Nesse contexto, benefícios flexíveis não substituem políticas estruturadas de saúde mental, mas podem fazer parte de uma visão mais ampla de cuidado. Para Ortigosa, empresas que valorizam seus times tendem a olhar para os benefícios não por obrigação, mas por respeito, inteligência de gestão e compreensão de que a humanização será cada vez mais necessária em um mundo mais tecnológico. “A tecnologia precisa simplificar a vida das pessoas, não tornar a relação entre empresa e colaborador mais fria. Quando uma empresa pensa em benefícios com flexibilidade, ela está dizendo que entende que as pessoas têm necessidades diferentes. Isso também é uma forma de cuidado”, avalia Ortigosa.
A ampliação da concorrência também muda o papel das empresas que atuam no segmento. Mais do que oferecer cartões, o setor passa a exigir soluções capazes de integrar tecnologia, rede de aceitação, controle, segurança, facilidade de uso e capacidade de adaptação às necessidades de cada cliente.
Fundada em 1999, a Dataplex atua no mercado de benefícios, gestão de frotas, cartões flexíveis e soluções de pagamento, com presença em estados como Rondônia, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro e Mato Grosso, além de atendimento especializado para o setor público e privado.
A empresa tem buscado fortalecer sua atuação com soluções adaptáveis para diferentes perfis de clientes, especialmente em um momento em que o mercado exige respostas mais rápidas, sistemas atualizados e modelos capazes de acompanhar a jornada do cliente e do usuário.
Entre os diferenciais da Dataplex estão sistemas modernos e atualizados, soluções customizáveis, tecnologia própria, experiência no setor público, atuação no setor privado, presença em diferentes estados e a Plataforma Dataflex, desenvolvida com uma lógica flexível desde a origem.
Segundo Ortigosa, uma das principais mudanças do setor está na forma como as empresas passam a enxergar a escolha dos benefícios. A decisão não depende apenas do custo, mas da capacidade de entregar eficiência para o contratante e uma experiência simples, segura e útil para o usuário final. “A empresa que contrata benefícios não quer apenas um cartão. Ela quer gestão, controle, segurança e uma solução que funcione na prática, e ao mesmo tempo, que legitime relações humanas de cuidado, valorização e respeito ao colaborador. Do outro lado, o trabalhador quer liberdade, facilidade e boa aceitação. Quem consegue unir essas duas pontas entrega mais valor”, afirma.
O conceito de solução integrada, conhecido no mercado como one-stop-shop, também ganha uma nova leitura com a tecnologia. A ideia é oferecer em uma mesma estrutura diferentes possibilidades de uso, controle e gestão, garantindo mais praticidade para a empresa e mais autonomia para o usuário.
Para Ortigosa, o avanço dos benefícios flexíveis reflete uma mudança mais ampla nas relações de trabalho. Com equipes mais diversas, diferentes gerações no mercado e novos modelos de contratação, pacotes rígidos tendem a perder força. “Não existe mais uma única necessidade para todos os trabalhadores. As empresas estão entendendo que flexibilidade também é uma forma de valorização. O benefício precisa acompanhar a vida das pessoas, e não o contrário”, diz José Geraldo Ortigosa.
A tendência é que o setor continue passando por mudanças nos próximos anos, com mais interoperabilidade, redução de custos, ampliação da rede de aceitação e melhora da experiência para empresas, estabelecimentos e trabalhadores. Para empresas do segmento, o desafio será combinar escala, tecnologia e proximidade com o cliente. E a DATAPLEX entende a cadeia como um todo e não apenas até a empresa que compra seu serviço. Para as contratantes, a escolha dos benefícios passa a integrar cada vez mais a estratégia de gestão de pessoas. Para os usuários, ganha força aquilo que torna a vida mais simples, prática e completa.
Com clientes em diversos estados do Brasil e uma nova fase estratégica liderada por José Geraldo Ortigosa, a Dataplex pretende ampliar sua presença no mercado de benefícios, fortalecendo a oferta de soluções mais flexíveis para o setor público e privado.
